segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Minha vida com a Letícia


E quase 2 anos depois do nascimento da minha princesa, finalmente parei para pensar no que realmente mudou na minha vida. É claro que todas nós sabemos, quando descobrimos que estamos grávidas, que tudo vai mudar uma hora ou outra. E na minha vida não foi diferente. Não parei a faculdade, não deixei de fazer ou ir para lugares que eu gostava, mas minhas prioridades mudaram.
Hoje, antes de marcar de sair com os amigos, eu fico pensando na quantidade de horas que ainda terei para dormir depois que chegar de madrugada. Porque bem ou mal, as 8h da manhã a minha princesinha vai estar acordando com todo o pique. É claro que eu deixei de sair, que deixei de ir ao cinema ou só dar uma volta no shopping.
Hoje meus passeios são sempre pensando se ela vai gostar do lugar, se vai conseguir se comportar, se vai aguentar o tempo que eu passarei ali com ela. Hoje a minha vida é toda agendada de acordo com ela, praticamente. Tenho meus horários, tenho a minha rotina. Mas tudo isso é adaptado a minha vida com a Letícia.
Ás vezes eu paro para pensar em como seria se ela não existisse, e chego a conclusão de que eu não consigo imaginar mais a vida sem ela. Não sei se isso acontece com todas as mães, ou com a maioria. Mas eu não lembro de como era a minha vida sem ela. E eu acho incrível isso. Incrível porque uma pessoa que chegou a tão pouco tempo transformou, não só a minha vida, como a de todos que vivem ao redor dela.
Então respondendo sobre o que mudou na minha vida, tenho certeza que a melhor resposta é tudo. E com certeza foi para melhor. Beijoos, Amanda Menezes.

Obs.: Texto retirado do meu outro blog: www.chadamamae.com.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

2014. Mundaça.

Talvez a melhor explicação por eu sempre voltar aqui quando acontece alguma coisa é poder desabafar com tranquilidade. É verdade o que dizem que antigamente as meninas tinham seus diários trancafiados em seus quartos e não queriam que ninguém os lesse. Mas é verdade também que depois que a gente se acostuma, é difícil mudar. Eu tenho esse blog já faz uns 5 ou 6 anos, se duvidar até mais. E, sinceramente, foi a melhor fase da minha vida.
Foi onde eu descobri que amizades acontecem onde menos esperamos. Foi onde me descobri escritora nas horas vagas. Foi onde eu descobri como é bom receber um elogio, apenas por um desabafo seu. Enfim, me descobri de um outro jeito. E sabem, eu adorei esse novo eu meu.
É verdade que eu fiquei por muito tempo afastada, por ter dado aquele "branco" que muitos conhecem. E é verdade que eu tentei voltar várias e várias vezes, e por diversos motivos não consegui. É verdade também que eu comecei a faculdade e isso me tirou muito tempo para atualizar o blog com qualquer coisa que fosse. E é verdade que eu já terminei a faculdade, e que mudei completamente a vida que eu tinha. Sou mãe agora, e essa é a melhor parte de mim hoje.
Mas eu sinto falta desse mundinho. E sinto falta de olhar todos os dias blogs diferentes e comentários diferentes nas coisas que eu escrevia. Sinto falta de esperar ansiosa os resultados do Bloínquês toda semana. Sinto falta de escolher em qual das opções eu iria participar.. Sinto falta disso.
Sei que hoje o mundo ta totalmente diferente. Até porque eu também estou. Como alguns sabem eu entrei em um novo projeto sobre a nova fase da minha vida, com uma amiga que também engravidou na mesma época que eu - o Chá da Mamãe. Mas eu ainda sinto falta desse meu cantinho aqui.
Espero, do fundo do meu coração, que esse ano eu consiga voltar pra cá. Ou então, se vocês sentirem falta do meu jeito de escrever ou qualquer coisa do tipo, veham me visitar no outro blog. Ou apenas deixem um recadinho pra mim, vou adorar ler assim como faço com os anteriores.
Obrigada por tudo pessoal! Tenho cada um de vocês ainda guardado aqui comigo.

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Demais.


Talvez eu seja romântica demais, sensível demais, chorona demais, risonha demais, ciumenta demais, possessiva demais, infantil demais, falante demais. E tudo mais o que for exagerado. Mas eu sou assim. Sempre fui. Sempre fui essa garota de exageros. Pra mim não basta uma parte, não basta metade, muito menos 2/3. Ou é tudo ou é nada.

Não gosto de dividir, não gosto de brigar por nada muito menos ninguém. Sou feita a base de exageros. Filha única, neta única, única para sempre. Talvez esse seja o meu defeito, sempre ter sido única pra todos. Talvez essa seja minha melhor qualidade.

Não sei direito se ser demais, ao invés de na quantidade certa, é bom ou ruim. O que eu sei é que não é qualquer pessoa que consegue conviver comigo. Sou um doce de pessoa, mas também posso ser a pior pessoa do mundo. Não gosto de injustiça, não gosto de mentiras, muito menos de falsas verdades. Eu gosto do preto no branco, ou melhor, do azul no rosa.

Sou aquela romântica que gosta de flores, que gosta de cartas de amor, ou somente de um pequeno chocolate e um bilhetinho pra mostrar que sentiram a minha falta. Quer me conquistar pra vida toda? É simples. Basta prestar atenção nos pequenos detalhes da vida, e fazer com que cada segundo (por mais insignificante que possa parecer) seja eterno.

É entender que chorar faz bem. E que o alívio de sentir uma lágrima caindo é o melhor carinho que se pode ter, quando se está sozinho. Não precisa aceitar, muito menos entender os motivos de eu ser tão ciumenta, até porque nem eu mesma sei explicar algumas vezes. Basta demonstrar que eu posso confiar, e eu confiarei de olhos fechados.


Não sou a melhor pessoa do mundo. E nem tento ser, acredite. Apenas vivo cada dia pensando em como posso melhorar. Como posso crescer e viver daquele jeitinho que eu sempre sonhei. Sim, eu tenho sonhos e os mais “impossíveis” que você poderá imaginar. Mas não se assuste. Eu sou assim. Sensível demais, ciumenta demais, chorona demais, romântica demais, possessiva demais, infantil demais, risonha demais, e principalmente, sonhadora demais.

domingo, 8 de setembro de 2013

Pra você.


Sabe o que mudou? Saber que você de algum jeito se importa. Saber que as minhas intermináveis palavras não foram em vão. Saber que eu posso escrever o que for que um dia eu vou descobrir que você leu. Mesmo que seja assim, no meio de uma discursão. Não esperava isso de você, nunca esperei. Pra mim você sempre foi aquele cara frio e sem coração, aquele que acha que é estúpido pensar que os romances e que a vida idealizada dos filmes pode acontecer. Assim que eu te via. Alguém que só sabe agir racionalmente. Alguém que vive pro trabalho e que só faz as coisas que todas as probabilidades derem o resultado que você quis. Matemático, eu sei, devia ter imaginado que seria assim.

Acontece que eu mudei. Ou melhor, eu mudei antes de te conhecer, mudei quando te conheci, e mudei mais uma vez agora longe de você. Como já te disse milhões de vezes, eu sou aquela bobinha apaixonada que chora vendo filmes românticos, que chora lendo livros, que chora ouvindo uma historia. Sou aquela que chora pra tudo. Até mesmo quando alguém diz ‘desde que eu te conheço, eu leio tudo o que você já escreveu’. Eu sou assim. Eu gosto de ser assim. Eu acredito em príncipes e em finais felizes. Eu sonho casar de branco. Eu sonho em ter a minha casa. Da mesma forma como eu sonho em ser uma profissional de sucesso.

Eu sou assim. De um jeito ou de outro tudo volta pro mesmo ponto. Talvez eu tenha escolhido a publicidade por causa da magia que existe na sensação de vender seja o que for pra alguém. Alguém que você não conhece, nunca viu, e muitas vezes, alguém que nunca experimentou aquilo. Talvez seja isso que tenha mudado em mim. Eu sinto falta dessas sensações de magia que existem nos romances. Sabe porque eu acredito ainda que existem príncipes? Não aqueles dos contos da Disney, os príncipes atualizados mesmo. Porque o amor faz isso com as pessoas. Eu já vi mudanças imensas em alguns em função do amor.

Não me entenda mal. Eu não quero te mudar. É só que quando eu soube que você ainda se importa, do seu jeito, alguma coisa mudou aqui dentro.  Voltei a sentir tua falta de um jeito que não tava mais conseguindo sentir. Acredito que o tempo faz bem em todos os sentidos. E, ficar longe de quem a gente gostou muito é bom pra sabermos, de fato, o que ainda sentimos. Mas sabe, eu ainda não sei. Por um lado eu quero tentar de novo, só que agora mais do que nunca, eu tenho medo. Tenho medo de me magoar e de ferir meu coração mais uma vez. Tenho medo de depois não conseguir mais seguir em frente e desistir de verdade. De tudo.

Saber de todas as coisas que eu to sabendo esses tempos mudou muitas coisas em mim. Agora, eu não sei exatamente o que foi. 

Desculpa.

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Sobre o tempo, os amores e as vontades.

Sempre me disseram que o tempo é o melhor remédio pra tudo. Hoje eu vejo que isso é verdade. Há alguns anos atrás, me apaixonei perdidamente e infelizmente não teve um final feliz, daqueles que duram para sempre. Achei que não conseguiria mais viver sem ele, e de alguma forma, tudo desabou. Dois anos depois consegui me reencontrar, mudei completamente meu jeito de ser, de pensar e deixei de lado até o que mais gostava. Troquei meu lado romântica, pelo racional. E, apesar de ter dado certo por um bom tempo, eu comecei a sentir falta. E tudo começou a desandar novamente. Percebi que não adianta muito tentar fugir de si mesma. E que nem mesmo o tempo vai fazer você esquecer dos seus principios, dos seus gostos, e nem dos seus amores passados. 

Hoje, eu encontrei em uma caixa um cd com várias lembranças de uma das épocas mais felizes da minha vida. Foi há uns 5 ou 6 anos atrás. Conheci o principe da minha vida. E foi o que melhor me aconteceu. Apesar de tudo, das dores, da distância, dos ciúmes, das brigas, e de todo o mal entendido, eu sinto que fui muito feliz. Talvez fui uma das poucas pessoas que já sentiram esse sentimento que faz o coração bater mais forte e ao mesmo tempo parar. Não sei se foi amor. Muita gente duvida. Independente do nome que chamam, eu sei que senti uma das coisas mais bonitas que podem existir.

Sinto falta de tudo ainda. Dos carinhos, do modo de me tratar, das músicas, de tudo. Nem sei direito o que to sentindo na verdade. Não sei se amo alguém, não sei o que sinto por esse alguém, não sei se já existe outro alguém... Só o que eu sei é que quero ser feliz do jeito que fui. Não preciso de muito. Não quero carros luxuosos, não quero mansões em bairros ricos da cidade, não quero um milhão de empregados, e nem nada tão futil assim. Talvez só alguns pares de sapatos, afinal, nunca são demais. 

Mas, o que eu quero mesmo é alguém pra ficar do meu lado nas horas dificeis, alguém que possa cuidar de mim quando estiver doente, alguém que só queira ficar comigo quando poderia estar em qualquer outro lugar. Quero a simplicidade de um romance parecido com o dos filmes. Quero uma vida cheia de aventuras, quero surpresas. Quero jantares românticos, quero receber flores e chocolates. Quero só um abraço de vez em quando. Quero ouvir palavras bonitas, quero poder brigar com alguém, sabendo que depois tudo vai ficar bem. Quero mais filmes no cinema, mais passeios no parque. Quero o que existe de mais simples.

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Um Homem de Sorte - Trecho do livro

Olá meninas, to me planejando pra voltar com tudo e definitivamente pra cá. Pra isso, programei uma série de posts relacionados ao que eu sou apaixonada: Livros. Hoje vou colocar alguns trechos do livro que estou lendo, Um homem de sorte do Nicholas Sparks. Já vi o filme e estou adorando o livro. Se ainda não leram e nem viram corram que vale a pena.

"Tinha atravessado o país à procura de uma mulher que só conhecia por meio de uma fotografia, e acabou lentamente, mas definitivamente, apaixonando-se por essa mulher real, vulnerável, bonita, que o fazia sentir-se vivo de uma forma que não sentia desde a guerra. Não entendia inteiramente a situação, mas nunca tivera tanta certeza de um fato na vida."

"Rolou na cama por um bom tempo, sem conseguir dormir, imaginando se, talvez, apenas talvez, ele também estaria acordado, pensando nela."

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Tudo o que eu odeio em você

Eu te odeio quando você me deixa sem notícias suas. Eu te odeio quando você fica me provocando e me testando. Eu te odeio quando você briga comigo e diz que eu sou idiota ou besta, e quando fala que não agüenta mais ficar perto de mim. Eu odeio quando você bebe até não agüentar mais e passa mal. Eu odeio ter que ficar cuidando de você com raiva de ti. Eu te odeio por me fazer sentir culpada quando a culpa é sua. Eu te odeio quando você me deixa com raiva e me faz sorrir, e a raiva vai embora como se nem tivesse aparecido. Eu odeio quando você não quer tirar fotos comigo. Eu odeio ver que você não recusa tirar foto com outras pessoas. Eu odeio ficar falando sozinha no meio de uma discussão. Eu odeio quando você fica sendo ignorante ou sarcástico. Eu odeio te odiar. Eu odeio ter raiva de você. Eu odeio não saber como fazer pra deixar de ter ciúmes de ti. Eu odeio quando você me cutuca, ou me morde, ou fica só fazendo alguma coisa que sabe que eu não gosto. Eu odeio o sorriso que você consegue tirar de mim. E odeio principalmente a quantidade de lagrimas que já caíram dos meus olhos depois de uma briga nossa. Eu odeio o quanto esse quarto fica vazio quando você não ta aqui. Eu odeio sentir tua falta do meu lado na cama na hora de dormir. Eu odeio o teu jeito orgulhoso. Eu odeio quando você mente e oculta coisas que não tem necessidade. Eu odeio não conseguir dormir por sua causa. Ah, como eu te odeio por tudo isso. Eu te odeio quando você me deixa maluca por qualquer bobagem. Eu odeio não saber se ainda te amo. Eu amo em você muitas coisas, até mesmo tudo o que eu disse odiar. Amo porque tudo faz parte de você. Eu amo estar contigo. Eu amo teus abraços e teus carinhos quando não peço. Eu amo os carinhos que pedi e você fez só porque eu fiquei perturbando pra você fazer. Eu te odeio por não me deixar dormir agora pensando em você. Eu odeio quando a gente briga e você diz que vai embora. Eu amo quando você fica. Mas eu odeio quando você sai, de cabeça quente, sem rumo, sem saber direito o que pensar e nem o que fazer. Eu odeio quando você me deixa preocupada contigo. Eu odeio quando você não é romântico. Eu odeio quando você não tenta ser. Mas eu amo o seu jeito de cuidar de mim.... Eu nem sei direito o que to sentido. Se te amo ou se te odeio. Mas independente disso, você faz falta.

terça-feira, 23 de abril de 2013

Adeus, mais uma vez, talvez.

- Sabe, eu preciso fazer isso mais uma vez. E acredito que dessa vez tem que durar um pouco mais de tempo. Não, eu não estou chateada contigo, nem magoada e muito menos triste com alguma coisa que você possa ter feito. É só que eu preciso desapegar um pouco pra poder me encontrar mais uma vez. Já fugi de você, já corri para os teus braços, já fugi de mim, já fugi de nós, já fugi do que me tornei, já fugi do que você se tornou longe de mim. E continuo fugindo todas as vezes. Fugindo de um sentimento que existiu, fugindo de uma realidade alternativa que nós vivemos. Fugindo de tudo o que me lembra você. 

Por isso eu mudei meu jeito de agir, de pensar e até mesmo de sentir. Fugi de quem eu era. Fugi de ser aquela garotinha boba e apaixonada que vive em função do amor. E sabe, eu me arrependi MUITO de ter feito isso por você. Quer dizer, por mim, eu acho. Nem sei direito. Mas agora eu não quero mais fazer isso. Eu quero voltar a ser do jeitinho que eu era. A garotinha apaixonada que acredita em principes e em contos de fadas. Quero voltar a pensar e a agir somente e primeiramente pelo emocional, e nunca ou quase nunca pelo racional. Não culpo você por nada do que aconteceu.

Eu tomei essa decisão pra poder esquecer você, pra poder ficar longe de tudo o que ainda me lembrava e ainda lembra você. Mas sabe, isso nunca foi ruim. Tudo o que aconteceu foi bom pra mim. Mas, como já me falaram e eu concordo completamente, eu posso ter idealizado uma relação completamente diferente do que nós realmente vivemos. Calma, não to falando que não gostei de você ou que você não gostou de mim. Mas faltou o olho no olho, faltou o toque, faltou o carinho, faltou muita coisa. E, pra dizer a verdade, além de isso tudo não ter sido importante pra nós dois nos apaixonarmos, isso fez falta. Fez falta nas nossas brigas, porque um não sabia o que o outro estava de fato sentindo ou pensando. Ou como estava agindo. 

Tudo aconteceu apenas através de palavras escritas. Eu sinto falta das nossas conversas, sim. Sinto falta de muita coisa que idealizamos e que sonhamos em construir juntos um dia. Mas sabe, hoje eu preciso me encontrar de novo. Entender o que eu quero. Quem eu sou. Como eu sou. O que eu penso. Tudo isso. E, infelizmente, pra eu ter que encontrar esse eu verdadeiro terei que me afastar de você, como já estou fazendo. Desculpa. Você vai entender meus motivos, assim espero.

Um beijo, um abraço, e um sorriso bem grande da sua eterna Rainha.


sábado, 13 de abril de 2013

Um pouco de romance pra adoçar a vida.

Hoje quero dividir com vocês alguns pedaços de um livro que eu amo de paixão: O diário de uma paixão do Nicholas Sparks. Espero que gostem e também, aos que não leram ainda, despertem a vontade de começar essa leitura tão emocionante. 


"- E daí que não vai ser fácil. Vai ser muito difícil. E vamos ter que trabalhar nisso todos os dias. Mas eu quero fazer isso, porque eu quero você. Eu quero você para sempre. Você e eu, todos os dias. Pode me fazer um favor? Por favor. Será que pode imaginar sua vida... daqui a 30 anos, 40 anos. O que você vê? Se vê com aquele homem, então vá. Vá embora. Perdi você uma vez, acho que posso me acostumar de novo, se for o que você realmente quer. Mas não escolha a saída mais fácil. " 
"Sou um homem comum, com pensamentos comuns e vivi uma vida comum. Não há monumentos dedicados a mim e o meu nome, em breve, será esquecido. Mas amei uma pessoa com toda a minha alma e coração e, para mim, isso sempre bastou"
"Sem trocar mais nenhuma outra palavra, os dois aproximaram-se, como se fosse a coisa mais natural do mundo, e ele envolveu-a com os braços, puxando-a para mais perto. Abraçaram-se com força, tornando aquele momento real, ambos deixando os 14 anos de separação se dissolverem no crepúsculo."

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Um pouco de nostalgia. De saudade. De amor.

Hoje me deu vontade de escrever, não sei exatamente o que, mas sinto que no final de tudo vai ser pra você. Aquele você, aquele eu, aquele nós dois. Aquilo tudo que vivemos e que foi tão especial. Você foi meu príncipe  e eu a sua rainha, e nada vai mudar isso. Tudo foi tão mágico que dá gosto de lembrar as vezes. Um conto de fadas moderno na vida real, quem diria que eu ia viver um algum dia... A moça que conhece um rapaz pela internet, e em pouco tempo se apaixonam perdidamente. Nunca se viram, nunca se tocaram, nunca sentiram nenhuma das sensações necessárias para um amor surgir naturalmente. E mesmo assim surgiu. Com todas as dificuldades, com todas as diferenças, com todas as crises de ciúme - minhas e suas, com tudo o que tornou tudo tão especial.
Sabe, eu sinto falta. Mas não porque eu não estou feliz com a minha nova vida, não me entenda mal. É só que qual garota bobinha não sente falta de um príncipe de vez em quando? Como eu te disse, eu fugi de você, fugi de nós dois, fugi de tudo o que aconteceu. Busquei outros ares, conheci outras pessoas, mudei o visual, mudei meu jeito, e me tornei uma pessoa mais "fria", uma pessoa que prefere agir pela razão agora. Uma pessoa totalmente diferente da que eu era contigo. E as consequências de toda essa mudança é essa saudade que bate de vez em quando.
Quem não sente saudade de algo que foi vivido tão intensamente? Todos me chamavam de louca, e até hoje ainda chamam quando sabem do que aconteceu. Mas eu não ligo Principe, sabe porque? Porque pra mim foi uma das melhores coisas que já me aconteceram. Sabe, sou daquelas que vive pro amor. E imagino que a pior sensação do mundo é nunca encontrar um amor de verdade e nem sentir 1/3 do que eu senti por ti.
Eu sei que hoje você tem alguém ai, e eu percebo o quanto você ta alegre. E eu fico feliz, de verdade por isso. Não vou negar que de vez em quando bate um ciúme de leve, mas acho que é normal e saudável até. Mas isso não vem ao caso. Eu tenho alguém aqui também. E seremos os dois muito felizes. Merecemos isso depois de tudo o que passamos, não é? 
Bom eu sabia que ia acabar dando nisso quando chegasse aqui no final. Não era a minha intenção. As palavras foram saindo, o coração foi falando... Um pouco nostálgica eu? É, todo mundo tem que ficar uma hora né? Mas enfim, tenho saudades e um pouco de amor ainda guardado num lugar bem bonito. E vai ficar lá pra sempre, até depois da morte.